Blog que tem como objetivo resolução de problemas de física e comentários sobre as descobertas atuais no campo da física
quarta-feira, 7 de janeiro de 2015
Fuvest 2015 Física Elevador Constante Elástica
Fuvest 2015 No
desenvolvimento
do
sistema
amortecedor
de
queda
de
um
elevador
de
massa
m,
o
engenheiro
projetista
impõe
que
a
mola
deve
se
contrair
de
um
valor
máximo
d,
quando
elevador
cai,
a
partir
do
repouso,
de
uma
altura
h,
como
ilustrado
na
figura
ao
lado.
Para
que
a
exigência
do
projetista
seja
satisfeita,
a
mola
a
ser
empregada
deve
ter
constante
elástica
dada
por:
segunda-feira, 5 de janeiro de 2015
Fuvest 2015 Física Panela de Pressão
Fuvest 2015 Para impedir que a pressão interna de uma panela de pressão ultrapasse um certo valor, em sua tampa há um dispositivo formado por um pino acoplado a um tubo cilíndrico como esquematizado na figura ao lado. Enquanto a força resultante sobre o pino for dirigida para baixo a panela está perfeitamente vedada.Considere o diâmetro interno do tubo cilíndrico igual a 4mm e a massa do pino igual a 48g.Na situação em que apenas a força gravitacional,a pressão atmosférica e a exercida pelos gases na panela atuam no pino,a pressão absoluta máxima no interior da panela é
Note e adote:
π=3
1 atm=105
N/m2
aceleração local da gravidade=10 m/s2
A pressão exercida pelo vapor de água - pressão dentro da panela - deve ser igual a pressão exercida pela pressão atmosférica mais a pressão gerada pelo peso do pino sobre a área da seção transversal do tubo cilíndrico.
A pressão exercida pelo vapor de água - pressão dentro da panela - deve ser igual a pressão exercida pela pressão atmosférica mais a pressão gerada pelo peso do pino sobre a área da seção transversal do tubo cilíndrico.

sábado, 20 de julho de 2013
Cálculo 1 Taxa de variação
Cálculo
I - Taxa de variação
Uma escada de mão
de 4 metros de comprimento está inclinada contra uma parede vertical
de uma casa. Se a base da escada for puxada horizontalmente a uma
taxa de 0,7 metros por segundo, a que velocidade estará o topo da
escada escorregando na parede no instante em que ela está a 2 metros
do solo?
Da figura veja o
triângulo retângulo composto pela escada e suas projeções x e y
na parede temos:
H²
= x²+ y² (1)
4²
= x²+ y² (2)
Como o posição x está
parametrizada pela variável tempo sendo que x= 0,7t onde t = tempo
transcorrido temos
4²
= (0,7t)²+ y²
4²
= 0,49t²+ y²
y
= raiz( 16 – 0,49t²) (3)
a
velocidade da escada na parede vertical (Y) é obtida pela derivada
da expressão (3) na variável t:
A
função genérica a ser derivada é
y
= raiz( b – at²)
d(y)/dt
= - at/(raiz(b - at²)
então
para a função específica (3) temos:
d(y)/dt
= - 0,49t/(raiz(16 - 0,49t²)
v(y)
= - 0,49t/(raiz(16 - 0,49t²) (5)
Encontre
o tempo t para y = 2 m na expressão (3) e substitua esse valor na
expressão (5)
sábado, 29 de junho de 2013
Polias e Pesos
Em cada uma das extremidades de um fio considerado ideal, que passa por duas pequenas polias também supostas ideais, está suspenso um corpo de massa igual a m. Um terceiro corpo de massa m é suspenso do ponto médio M do fio e baixado até a posição de equilíbrio. Determine, em função de l (ver figura), quanto desceu o terceiro corpo.
Figura 1
Figura2
Figura 3
Veja que as três forças são iguais e estão em
equilíbrio. Pela lei dos cossenos, sabemos que o aquele ângulo
obtuso vale 120 graus. Agora observe o triângulo retângulo: temos o
ângulo β, o ângulo reto
e 60 graus (120/2, pois num triângulo isósceles a mediana é igual
à bissetriz, em relação à base). Vamos chamar de h o tanto que
ele desce, que é o cateto oposto a β
. Temos então: tgβ
= h/L. Como a soma dos ângulos internos de um triângulo vale
180 graus, concluímos que β
vale . Portanto:
180-90-60 = 30
quarta-feira, 26 de junho de 2013
Trabalho das Forças de Atrito
Um bloco de massa m é colocado no topo de uma rampa de altura h que faz um angulo θ com a horizontal. Supondo que o bloco vai deslizar, e que o coeficiente de atrito cinético vale μ, responda:
a) calcule as forças que atuam no bloco
b) Calcule a aceleração do bloco
c) calcule o trabalho de cada uma das forças que atua sobre o bloco do início ao fim da rampa
d)calcule a energia mecanica do bloco no fim da rampa
Física I - Força atrito
Um bloco de massa m é colocado no topo de uma rampa de altura h que faz um angulo θ com a horizontal. Supondo que o bloco vai deslizar, e que o coeficiente de atrito cinético vale μ, responda:
a) calcule as forças que atuam no bloco
b) Calcule a aceleração do bloco
c) calcule o trabalho de cada uma das forças que atua sobre o bloco do início ao fim da rampa
d)calcule a energia mecanica do bloco no fim da rampa
A Força peso é
decomposta em suas componentes P(pe) = força perpendicular ao plano
inclinado e P(pa) = força paralela ao plano inclinado. Então temos:
P(pe) = mg
cosθ (1)
P(pa)
= mg senθ (2)
A força Normal é a
força de reação do plano sobre o bloco:
N = P(pe) = mg
cosθ (3)
A força de atrito:
Fa = μ
mg cosθ (4)
A
força resultante na direção paralela ao plano inclinado F(rpa):
F(rpa)
= ma
F(rpa)
= P(pa) – Fa (5)
F(rpa)
= mg senθ - μ mg
cosθ
ma
= mg senθ - μ mg
cosθ
a
= g (senθ - μ cosθ)
Trabalho da Força peso:
Tfpe = mgh
Trabalho da Força
resultante F(rpa) fazendo d= distância percorrida pelo bloco T(rpa)
:
senθ
= h/d
d=
h/senθ
T(rpa)
= F(rpa) ◦ d
T(rpa)
= (mg senθ - μ mg
cosθ) ◦
d
T(rpa)
= (mg senθ - μ mg
cosθ) ◦
h/senθ
T(rpa)
= mg (h - μh cosθ/senθ)
Trabalho
realizado pela Força de atrito T(a):
T(a)=
μh cosθ/senθ
Energia
mecânica = E(m) é igual a energia potencial menos energia perdida
pelo atrito que ,portanto, é igual ao trabalho realizado pela força
resultante:
T(rpa)
= mg (h - μh cosθ/senθ)
Podemos
calcular também pela energia cinética E(c) adquirida pelo bloco:
v²
= 2ad
v²
= 2g (senθ - μ
cosθ)h/senθ
v²
= 2g (h - μh
cosθ/senθ)
E(c)
= (m 2g (h - μh
cosθ/senθ))/2
E(c)
= m g (h - μh
cosθ/senθ)
quinta-feira, 28 de março de 2013
Princípio de Pascal e o macaco hidráulico
Porque conseguimos levantar um peso bem maior utilizando um macaco hidráulico?
Veja figura abaixo:
Bem, o trabalho realizado em um dos cilindros via a compressão do pistão, no caso d1 x F1 é igual (conservação da energia) ao trabalho realizado no outro cilindro d2 x F2. Devido a manutenção da distribuição de pressão nos líquidos (incompressibilidade dos líquidos ou princípio de Pascal), será mantida a proporcionalidade entre a força menor F1 aplicada numa distância maior d1 (em um dos cilindros) e a proporcionalmente maior força F2 e o deslocamento proporcionalmente menor d2. Assim, matematicamente temos:
Trabalho no cilindro 1 = trabalho no cilindro 2
d1 x F1 = d2 x F2
sábado, 15 de dezembro de 2012
Cinemática
Em um dia de calmaria, um garoto sobre uma ponte deixa cair, verticalmente e a partir do repouso, uma bola no instante t0 = 0s. A bola atinge, no instante t4, um ponto localizado no nível das águas do rio e à distância h do ponto de lançamento. A figura apresenta, fora de escala, cinco posições da bola, relativas aos instantes t0, t1, t2, t3 e t4. Sabe-se que entre os instantes t2 e t3 a bola percorre 6,25 m e que g = 10 m/s².
distância total = a x (4xdt)^2 / 2 = (10 x 2 ^2) /2 = 20 metros
Desprezando-se a resistência do ar e sabendo que o intervalo de tempo entre duas posições consecutivas apresentadas na figura é sempre o mesmo, pode-se afirmar que a distância h, em metros, é igual a:
Solução:
Distância percorrida entre t2 e t3
S2 = S1 + v(i) x dt + a x (dt)^2/2 (1)
onde S2-S1 =6,25
dt é o tempo entre t2 e t3 ou seja t3 - t2
o valor da velocidade inicial entre t2 e t3 é obtido verificando que os intervalos de tempo entre os pontos mostrados na figura são iguais Vide Figura. Daí verificamos que se passaram 2 intervalos de tempo até o momento medido t2. Assim temos:
t2 = 2 x dt
Distância percorrida entre t2 e t3
S2 = S1 + v(i) x dt + a x (dt)^2/2 (1)
onde S2-S1 =6,25
dt é o tempo entre t2 e t3 ou seja t3 - t2
o valor da velocidade inicial entre t2 e t3 é obtido verificando que os intervalos de tempo entre os pontos mostrados na figura são iguais Vide Figura. Daí verificamos que se passaram 2 intervalos de tempo até o momento medido t2. Assim temos:
t2 = 2 x dt
v(i) = vo + a x 2 x dt
v(i) = 20 x dt (2)
Substituindo (2) em um temos
6,25 = 20 x (dt)^2 + 5 x (dt)^2
dt = 0,5 s
o tempo total de queda é igual a 4 x dt pois são 4 trechos com o mesmo intervalo de tempo
então
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